Drogas antiesguicho de urina

Até 1991, o tratamento mais comum para fazer com que um gato parasse de esguichar era administrar uma droga que imita o efeito do hormônio feminino progesterona. Este tratamento provou ser eficaz em cerca de 50% dos machos castrados, mas muito menos eficiente nas fêmeas. Em 1991, Amy Marder, uma comportamentalista veterinária de Boston, introduziu a ideia de tratar os gatos esguichadores com o tranqulizante diazeoam para humanos, também conhecido como Valium. Em um estudo clínico escrito em março de 1992, Coorper descobriu que o diazepam controlava os esguichos em 55% dos gatos machos e fêmeas.

Mas o diazepam apresenta efeitos colaterais nos gatos, assim como nos adultos. A droga frequentemente causa sonolência excessiva, e uma falta de coordenação temporária. Diazepam também causa dependência psicológica e comportamental. Em 1992 foi descoberto que o tranqüilizante buspirona, outra droga que vem ganhando popularidade no tratamento de pessoas com ansiedade, é no mínimo tão eficaz quanto o diazepam em controlar o comportamento do esguicho, mas sem produzir os seus efeitos colaterais.

A necessidade de tratamentos com drogas mostra que ao mover os gatos de seu ambiente natural, a expressão de seus comportamentos naturais pode conflitar com o ambiente dos humanos.