De acordo com a Enciclopédia Britânica (site em inglês), tintas para escrita datam de 2500 a.C., e eram utilizadas nos hieróglifos encontrados no Egito antigo e na China. Consistiam de negro-de-fumo moído em uma solução de cola ou goma. O resultado da mistura era moldado em forma de varetas e deixado para secar. Antes de serem utilizadas, as varetas eram misturadas com água.
Fonte: Merriam-Webster Online |
As tintas modernas de secagem rápida em geral contêm três elementos:
Para tornar a escrita mais escura e legível, os ingredientes de coloração (corantes) são adicionados. Os ingredientes de coloração podem ser pigmentos, que são partículas finas e sólidas fabricadas a partir de substâncias químicas, que em geral não dissolvem em água e são levemente solúveis em solventes, podem ser agentes, e são fabricados a partir de substâncias químicas e solúveis tanto em água como em solventes ou podem ser lacas, criadas por meio da fixação de agentes de coloração em alumínio pulverizado.
O preto, a cor de tinta padrão, é derivado de um pigmento orgânico, o carbono. Os pigmentos coloridos são compostos inorgânicos do crômio (amarelo, verde e laranja), molibdênio (laranja), cádmio (vermelho e amarelo) e ferro (azul).
Os aditivos estabilizam a mistura e dão à tinta outras características desejáveis. Dependendo do meio pelo qual a tinta é fabricada (canetas, gráficas e impressoras) e o material a ser impresso, as proporções mudam.
No caso da caneta esferográfica, a tinta é muito espessa e seca rápido. É espessa para que não vaze pelo reservatório, mas fina o suficiente para reagir à gravidade. É por isso que uma caneta esferográfica normal não escreve com a ponta virada para cima. Precisa da gravidade para puxar a tinta para a esfera.